quarta-feira, agosto 15, 2007

Educação e relatividade


Colegas, amigos e visitantes do blog Letra Viva, como esta semana retomei as aulas do mestrado (como cursista), além do início dos cursos de capacitação de professores e servidores da rede pública estadual (onde sou instrutor/multiplicador), mais o módulo de informática do curso de extensão mídias na educação (onde sou cursista), estive ausente deste espaço virtual. Hoje, estou só de passagem. A relatividade que mencionei no título desta postagem é justamente em relação ao tempo que urge (e ruge), quando temos diversas atividades num mesmo dia, em três turnos, tendo que a todo momento nos reconfigurarmos, como se máquinas fôssemos, para dar conta destes desafios e vocações. Mas, como comento com amigos e colegas, talvez, se tivesse mais tempo, não rende-se tanto... Quando se tem pouco tempo disponível numa agenda cheia, cada momento é precioso demais e acaba sendo usando de forma objetiva, direta e simples. E quando se volta a estudar numa universidade (seja a distãncia ou presencial), após mais de um decênio, temos como colegas, tanto pessoas de nossa geração, como jovens que poderiam ser meus filhos. Troxcamos experiências e visões de mundo. Quando nos colocamos na posição de aluno, podemos rever nossos conceitos enquanto educadores, e irmos adaptando nossa prática educacional. Usando o construtivismo, nos projetos do núcleo de tecnologia educacional, com os conceitos da flexivbilidade cognitiva e da aprendizagem significativa, tanto com professores como com alunos, percebo que todos acabam interagindo, e dos acabam aprendendo de forma compartilhada. Tudo é relativo na vida, inclusive, quando se trata de educação e informática, principalmente informática educativa, que é meu foco de atuação. Nada é tão código binário (1-0; sim e não), apesar de paradoxal, como a grande mídia e alguns setores conservadores fazem crer. Temos grandes experiências educacionais em andamento, de Norte a Sul do país, mas o que vemos em rádio, jornal e TV é uma arrazoado, um longo inventário de tragédias, muitas vezes editadas em bloco. Mas isso é um outro tema, complexo e amplo, para discussão futura.

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