terça-feira, dezembro 12, 2006

TV e práticas escolares

Obs.: Colagem antiga de minha autoria. ------->

A atividade da 6ª semana da especialização propõe a elaboração de um comentário crítico (um parágrafo) abordando um dos tópicos disponibilizados. Interessei-me pelo tema "TV e prática escolares", pois vem de encontro ao meu Projeto de Aprendizagem "A Televisão pode ser uma aliada da educação?" Segue abaixo o comentário:

Há que se lembrar que até os anos 1950, quando a TV começou a se incorporar paulatinamente ao dia-a-dia da sociedade brasileira, quem responsabilizava-se pela educação era primeiro a família, depois a escola. A partir dos anos 70 em diante, principalmente, após meados dos anos 1980, com o surgimento de programas direcionados ao público infantil (com interesses mercadológicos), passou a TV a ser um dos primeiros contatos da criança, rivalizando com a família e o fazer pedagógico. Aos 6 para 7 anos, quando a criança iniciava seus estudos formais na escola, já trazia, como ainda traz, uma bagagem da cultura de massas veiculada pelos meios de comunicação. Nesse contexto, o educador, apesar da qualidade discutível da programação televisiva, não deve cerrar trincheiras contra esse veículo quase onipresente no cotidiano de todos os lares (até pelo fato de ser uma disputa insólito e ineficaz), mas buscar na programação da própria TV formas de trabalhar conteúdos curriculares, ora se apoiando em reportagens e matérias de boa qualidade (sobre ciências, geografia, matemática, história etc), ora de maneira crítica, mostrando o lado meramente consumista e apelativo da grade de programação. Se o professor também é de certa forma um comunicador, deve utilizar o mais poderoso meio de comunicações de massa como um aliado do fazer pedagógico. Exemplo de boa programação: TV Escola e TV Educativa.

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